sexta-feira, 18 de março de 2011

Tela Pessimismo

Pessimismo se refere ao fato das pessoas sofrerem de um mal, que normalmente, as leva a crer no lado ruim de algo ou acreditar, que isso é o que provavelmente vai acontecer. A tela acima mostra uma pessoa inicialmente preso pelas varias coisas, que ele acredita aprisiona-lo. Depois o fato do medo das coisas que o rodeiam. As cores frias são os obstáculos , que as pessoas tem que fazer para superar toda a negatividade que a dentro nela e chegar a um tesouro, um lado bom, que toda pessoa tem ou que vai acontecer.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Simbolo que lhe SIgnifica algo!

A cruz me significa fé, espiritualidade e compaixão.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Definição de Semiotica

Semiótica é o estudo dos signos, ou seja, as representações das coisas do mundo que estão em nossa mente. A semiótica ajuda a entender como as pessoas interpretam mensagens, interagem como objetos, pensam e se emocionam.

Fonte: http://usabilidoido.com.br/cat_semiotica.html

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Experiencias Adquiridas no Trabalho Final

No trabalho final uma das principais coisas aprendidas foi o trabalho em equipe o quanto ele poder ser prazeroso e ao mesmo tempo rico. Algumas vezes, com choques de opiniões , que identifica a personalidade de cada integrante, mas sempre contornado com uma boa conversa . Aprendi que as tecnicas de layout serviram como base para não cometermos grandes erros e as cores auxiliaram-nos a enfatizar a mensagem desejada com mais eficacia.A história passou por varias mudanças , pois a nossa primeira ideia era fazer uma padaria ao invés de um restaurante e expor o personagem a mais situações interativas durante o digital storytelling, mas fomos orientados pedagogicamente de que o conceito trabalhado(razão e proporção em receitas) não se aplica a todas as receitas. Então seguimos com a ideia, mas com a condição de deixar explicito esse detalhe da não geralização.Aprendi neste trabalho a escuta mais as pessoas, não que eu não escuta-se, mas ficou melhor ainda, aprendi que as ideias simples são as mais dificeis de se pensar , mas a simplicidade de uma ideia que todos a ignoram e a que torna a grande ideia que muitos descartaram ou acharam-na impossivel de ser aplicada.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Fonte Courier


Courier é uma fonte tipográfica monoespaçada, de serifa egípcia, projetada para assemelhar a saída de uma batida de máquina de escrever. A tipografia foi projetada por Howard "Bud" Kettler em 1955.

Avanços da fonte:

Courier New

Courier New é uma versão da Courier introduzida com o Windows 3.1, que também incluiu as fontes de bitmap Courier. A família compreende Courier New, Courier New Bold, Courier New Italic e Courier New Bold Italic. Courier New caracterica espaço entre linhas mais alto que a Courier. Sinais de pontuação são retrabalhadas para fazer os pontos e vírgulas mais pesados.
[editar] Courier Standard

Courier Standard, Courier Standard Bold, Courier Standard Bold Italic e Courier Standard Italic são fontes distribuídas com o Adobe Reader 6, como uma substituição para as fontes PostScript Courier.

Fonte Arial


A fonte Arial foi desenvolvida como uma fonte bitmap sem-serifa por Robin Nicholas e Patricia Saunders em 1982 nos escritórios da Monotype no Reino Unido, por encomenda da IBM, a qual usava uma fonte similar, a Helvetica, adquirida à Linotype, na impressora IBM 4250. Talvez tenham pedido à Monotype para desenvolver uma fonte sem serifa e metricamente igual à Helvetica, para efeitos de compatibilidade, pelos elevados custos de licenciamento cobrados pela Linotype. Esta nova fonte seria incluída numa nova série de impressoras a laser (IBM 3800). A Monotype então cria uma fonte baseada numa já existente, a Monotype Grotesk, metricamente semelhante à Helvetica, mas com sutis alterações quanto à forma e ao espaçamento entre letras, de forma a ser mais legível em monitores em várias resoluções. Nesta altura, julga-se que o nome Arial não existia, e a IBM denominou-a "Sonora Sans" (e a Times New Roman por "Sonora Serif").

Uns anos mais tarde, e de forma análoga, a Microsoft lança o Windows 1.0 em 1985. Desde essa data até ao lançamento do Windows 3.0, a Microsoft inclui nestas versões a fonte "Helv" (assim como a "TmsRmn"), sofrendo então um processo em tribunal devido à violação de marca ("Helv" é abreviação de "Helvetica", "TmsRmn" da "Times New Roman"). A Microsoft procura então uma fonte que pudesse substituir a Helvetica, de forma a evitar elevados custos de licenciamento da Linotype (tal como a IBM havia feito) para o próxima versão do Windows a ser lançada. É aqui que entra a Monotype com a fonte Sonora Serif, licenciada à IBM, mas não em exclusivo. A Microsoft lança então em 1992, o Windows 3.1 com esta família de fontes da Monotype, denominando-a Arial, e sob o formato de uma nova tecnologia desenvolvida em parceria com a Apple, o TrueType.

Surgiu assim, pela necessidade que a IBM tinha para concorrer com a fonte Helvetica, criada pela empresa Linotype em 1957, e muito popular desde então. Evitando assim o uso dessa fonte, devido aos elevados custos de licença por parte da Linotype e também da Adobe Systems, esta última detentora da tecnologia PostScript que a fonte Helvetica utilizava. Quanto à tecnologia, a Microsoft recorreu ao TrueType, desenvolvida em conjunto com a Apple Computer. O Windows 3.1 foi o primeiro programa a implementar esta tecnologia, com um conjunto de outras fontes (Arial, Bookman Oldstyle, Book Antiqua, Corsiva, Century Schoolbook, Century Gothic, e Times New Roman). Esta surgiu também com o intuito de ser uma alternativa economicamente viável em relação ao PostScript da Adobe Systems. Actualmente O último padrão PostScript Type 3, para além da Helvetica e outras fontes, inclui agora também a Arial.

Fonte Times New Roman


A Times New Roman é uma família tipográfica serifada criada em 1931 para uso do jornal inglês The Times of London. Hoje é considerada um dos tipos mais conhecidos e utilizados ao redor do mundo (em parte devido ao fato de ser a fonte padrão em diversos processadores de texto). Seu nome faz referência ao jornal (Times) e ao fato de ser uma releitura das antigas tipografias clássicas (new roman).

Os desenhos originais foram feitos por Victor Lardent, sob a supervisão de Stanley Morison, no próprio jornal The Times. A fonte então passou por um extenso período de aperfeiçoamento e revisão no escritório da Monotype, uma empresa especializada no desenho de tipos.

Times New Roman é uma fonte que foi adaptada de tal forma que possui excelente legibilidade, misturando curvas clássicas e serifas, o que permite que seja usada tanto em livros e revistas quanto em textos publicitários e até relatórios de empresas.